Venezuela: Por lealtad con nuestros mártires avancemos con realismo revolucionario y eficacia política

Por Gerónimo Paz

Que todo los días en nuestro movimiento sean 22N, que nuestros mártires marquen el camino diario, que su legado y ejemplo animen y prefiguren la organización necesaria, que el compromiso moral con aquellos que marcharon al sacrificio, con aquellos que vivieron y murieron luchando sirva de acicate para cada batalla, para cada esfuerzo.

El 22N no solo recordamos y exaltamos como ejemplo nuestros mártires, sino que reafirmamos nuestra lealtad con los propósitos de una humanidad humana, de una patria justa, democrática y soberana como ellos lo soñaron.

Brasil: 3 Anos De Lama, 3 Anos De Luta: A Marcha Que Marcou Três Anos De Injustiça E Descaso Após O Derramamento De Rejeitos No Rio Doce

A cada ano que passa, as marcas do crime do dia 05 de novembro de 2015 no Rio Doce ficam mais evidentes. Os mais de 50 milhões de m³ de rejeitos de minério derramados nas águas chegaram como um tsunami, devastando tudo o que encontrava no caminho, matando dezenove pessoas e acabando com o modo de vida ribeirinho.

Três anos depois, uma marcha que percorre o mesmo caminho da nascente (em Minas Gerais) à foz do Rio Doce (no Espírito Santo) encontra saudade, injustiça, indignação, mas também esperança, união e luta.

Chile: Declaración pública de ANAMURI ante el asesinato de Camilo Catrillanca Marín

Las mujeres campesinas y de pueblos originarios de ANAMURI, nos sumamos al dolor de la familia de Camilo Catrillanca Marín, joven comunero mapuche asesinado en el día de ayer por el grupo táctico de carabineros denominado "Comando Jungla" en la localidad de Temucuicui, comuna de Ercilla en la Araucanía.

Chile: IV Escuela Continental de Mujeres de la CLOC - Vía Campesina en memoria de Ana Gonzales - video

En memoria de Ana Gonzales, la  IV Escuela Continental de Mujeres de la CLOC - Vía Campesina saludan la lucha, la resistencia y la memoria de las y los que luchan. 

Brasil: Justiça a serviço de quem? Nota da pagina do MST

Em 1998, 450 famílias Sem Terra ocuparam a área da usina Ariadnópolis, na cidade de Campo do Meio, Sul de Minas. O local, que então pertencia à Companhia Agropecuária Irmãos Azevedo (CAPIA) e que soma uma dívida de R$300 milhões de reais, faliu e encerrou suas atividades dois anos antes da ocupação em 1996.

O tempo passou e os quatro mil hectares em que apenas a monocultura de cana-de-açúcar predominava ganharam vida e hoje geram trabalho e renda para mais de duas mil pessoas.