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Depois de 26 dias de ato, grevistas conclamam povo a seguir mobilizado, construindo a resistência democrática a partir das ruas

Os militantes em Greve de Fome completam 23 dias de resistência na luta por justiça no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (22). A solidariedade aos grevistas ganhou forte adesão dos movimentos populares do campo e da cidade. Entre as reivindicações apresentadas, os grevistas cobram a inclusão na pauta de votações do STF as ADCs, 43, 44 e 54, que questionam a constitucionalidade da prisão de condenados em 2ª instância. Conforme prevê a lei, nenhum brasileiro pode ser preso ou ter seus direitos políticos caçados, antes que sejam julgados todos os recursos.

Conheça uma das seis manifestantes que estão em greve de fome em defesa da democracia e do Brasil

Única representante da região Norte entre os seis militantes que entraram em greve de fome nesta terça-feira (31), Zonalia Neres dos Santos Ferreira nasceu no Mato Grosso do Sul, mas vive em Rondônia há mais de 30 anos. 

Militantes em Greve de Fome por justiça no Supremo Tribunal Federal (STF) chegam ao vigésimo primeiro dia de resistência com forte apoio. Nessa segunda-feira (20), os grevistas receberam, no Centro Cultural de Brasília (CCB) onde estão desde o dia 31 de julho, visitas de representantes de diversos organismos, pastorais e entidades, e no fim do dia realizaram ato inter-religioso em frente ao STF.

Sete trabalhadores e trabalhadoras que vem dos quatro cantos do país firmam pé em Brasília, nestes dias de instabilidade política e social. Desde o dia 31 de julho estão em Greve de Fome, pedindo por justiça no Supremo Tribunal Federal. O ato denuncia a situação caótica em que os artífices do golpe - que derrubou a presidenta Dilma Rousseff sem crime e condenou o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sem provas -, colocaram o país.

Ao 19º dia em Greve de Fome por Justiça no STF, os sete grevistas - Frei Sérgio Görgen e Rafaela Alves (do Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA), Luiz Gonzaga, o Gegê (da Central dos Movimentos Populares – CMP), Jaime Amorim, Zonália Santos e Vilmar Pacífico (do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST), Leonardo Soares (do Levante Popular da Juventude) - se encontram com a saúde bastante fragilizada e passam a fazer uso de camas hospitalares para seu repouso e de cadeiras de rodas nos deslocamentos.

Se o dia anterior foi de fortes emoções e muita atividade – com a visita de lideranças, artistas, delegações parlamentares e até um prêmio Nobel – o dia seguinte foi mais calmo para Jaime Amorin, Sérgio Görgen, Gegê Gonzaga, Zonália Santos, Rafaela Alves e Vilmar Pacífico (ambos há 17 dias sem alimentação) e Leonardo Soares (há 9 dias sem alimentação). A exceção foi o ato inter-religioso do dia, que passou a ser realizado no final da tarde, em frente ao Supremo Tribunal Federal.

Nos comprometemos em lutar para que a comunicação seja uma plataforma de luta em defesa da Reforma Agrária Popular, pela democracia e contra a violência, o racismo, o sexismo, a LGBTfobia e todo tipo de opressão no no campo e na cidade.16 de agosto de 2018 11h39

Nós, mais de 70 comunicadoras e comunicadores populares da Marcha Nacional Lula Livre, viemos por deste manifesto afirmar nosso compromisso na luta por democracia, liberdade e justiça social em nosso país.

Por Wesley Lima Da Página do MST

 

O Brasil vive um momento histórico. Mais de 50 mil trabalhadores e trabalhadoras, organizados em diversos movimentos populares, sindicatos e partidos de esquerda se somaram à Marcha Nacional Lula Livre, organizada pelo MST, nesta quarta-feira (15), para realizar o registro coletivo da candidatura do ex-presidente Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.

Após cinco dias de caminhada e mais de 150 km percorridos em três colunas, a “Marcha Nacional Lula Livre” chegou à Brasília para reunir trabalhadores de diversas regiões do país em um ato unitário de registro da candidatura do presidente Lula.

Os mais de 5 mil camponeses da Via Campesina se juntaram aos mais de 50 mil trabalhadores presentes na capital federal neste dia que certamente entrará para a história como um dos grandes momentos de levante da classe trabalhadora brasileira.